No rosa claro do quarto escuro
os nossos sonhos vagavam longe.
No eterno mundo de alguns amores
distantes, vagos, sempre presentes.
Nossos anseios voam distantes...
buscam sorrisos que se perderam
no quarto negro do mundo escuro.
Na escura noite do quarto rosa
não há presente - não há futuro:
- há coisas findas que já findaram,
- há sonhos verdes que já murcharam,
- há risos fáceis que se apagaram.
No quarto rosa é de manhã.
Céleres voltam os nossos sonhos.
Já há futuro, que aguardamos,
há um presente, que preparamos,
há um passado que se perdeu -
no quarto rosa que era escuro...
mas muito claro amanheceu...
os nossos sonhos vagavam longe.
No eterno mundo de alguns amores
distantes, vagos, sempre presentes.
Nossos anseios voam distantes...
buscam sorrisos que se perderam
no quarto negro do mundo escuro.
Na escura noite do quarto rosa
não há presente - não há futuro:
- há coisas findas que já findaram,
- há sonhos verdes que já murcharam,
- há risos fáceis que se apagaram.
No quarto rosa é de manhã.
Céleres voltam os nossos sonhos.
Já há futuro, que aguardamos,
há um presente, que preparamos,
há um passado que se perdeu -
no quarto rosa que era escuro...
mas muito claro amanheceu...
Rosáceas esperanças abrem um leque de ansiosas expectativas no negrume intrigante dos futuros: quem sabe, a felicidade - azul como toda Liberdade - não proclame a branca paz de tua alma aos quatro ventos do amanhã? Beijo e amor eterno.
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